domingo, 5 de junho de 2011

Marcha da Maconha é proibida no DF e vira ato por liberdade

Com a Marcha da Maconha proibida em Brasília, cerca de 150 manifestantes, aos gritos de "Pamonha!", se depararam nesta sexta-feira (3) com 12 carros e quatro micro-ônibus da Polícia Militar, enviados para reprimir e dissolver a manifestação.

"Estamos sendo reprimidos pela possibilidade de um crime que sequer foi cometido", protestou o advogado do movimento, Mauro Machado.

Após a proibição ter sido anunciada pelos policiais, os representantes da manifestação contestaram a decisão e obtiveram a permissão de realizar um ato pela liberdade de expressão.

Cerca de 15h30, os manifestantes se concentravam frente à catedral de Brasília para refazer os cartazes que tinham menções à maconha.

Ficou combinado com a polícia que os cartazes passarão por uma triagem e então o ato deve ser liberado. O protesto sairá da catedral e seguirá até o Congresso Nacional.

A Marcha da Maconha foi proibida pelo desembargador João Timóteo de Oliveira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, que alegou que ela é uma "apologia às drogas".

Com informações da Folha de S.Paulo

www.vermelho.ogr.br

Opinião da blogueira: que legalizem logo, afinal de contas quem quer usar já usa, quem quer vender já vende. Só que invés de contribuir para a criminalidade o usuário passaria a contribuir com o país, pagando impostos e tudo mais... Ficaria mais fácil de adquirir? Sim, apesar de já não ser difícil. Isso faria com que mais gente usasse? Talvez sim, talvez não, pois provavelmente ficaria mais cara.

2 comentários:

  1. Concordo plenamente com vc Ellen.
    Ixxi, vc concordou com meu texto e eu concordei com sua opinião...rsrsrs
    Algo está errado, não podemos concordar...kkkkkkkkkkk

    Bjo Ellenzita.^^

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  2. Concordo, alem do mais tem a questão da criminalidade que cerca o usuário, justamente por ser proibida. (os adolescentes adoram as coisas proibidas)

    Ellem Vejo você muita tímida ultimamente na produção de textos relacionados ao cotidiano. Adoro ler textos de sua autoria.

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