segunda-feira, 25 de julho de 2011

pensamentos nobres, rimas (rimas?) pobres

Só para não dizer que faz anos que não posto nada... aí vai um... "desabafo"? "criação"? "momento de inspiração"? Bem... isso aí... uma "coisa" bem pessoal... Prometo que volto depois e falo com todas as letras... (ou não... haha... to meio louca hoje)


E é assim que vou vivendo, me achando e me perdendo
Em meio a melancolias e euforias...
Não sei ser de outro jeito... sou tudo de mim em tudo que sou...
Até o dia em que não será mais nada... nada pra mim
Assim como já foi um dia... já vi esse filme
E se o final não é feliz é pelo menos conhecido...
Como um filme, que apesar de saber como termina sempre arranca algumas lágrimas...
Lágrimas que rapidamente se secam quando este acaba, e depois nem se lembra mais...
Não sei se é bom ou ruim ser assim... ser tudo tão intenso, no início, no meio e até no fim...
Por mais que nem existam tais definições, separações, determinações...
Um escritor, por mais amador, sempre pensa tudo como se fosse uma história...
Mas ao contrário das historinhas não procuro um final feliz... pois finais são sempre tristes...
O feliz é o enquanto, o durante, o instante...
É tranquilidade, é paz de espírito... é cansaço de corpo e descanso de mente...
É cansaço de mente e alívio de dever cumprido..
É acordar cedo e dormir tarde...
É dormir tarde e acordar tarde... muito tarde
É fazer algo imoral e prazeroso...
É comer sem culpa...
Culpa?
Não conheço essa palavra...